Um sitemap é um ficheiro, normalmente em /sitemap.xml, que lista os endereços do teu site que queres que o Google conheça. Para um site português, serve para ajudar o Google a encontrar páginas novas mais depressa, mas não garante que sejam indexadas nem que apareçam nos resultados. A Rankly verifica os sitemaps do teu site e a indexação página a página no Search Console, para saberes o que está de facto a acontecer.
Para que serve um sitemap num site português?
O Google descobre páginas seguindo links. Se tens uma loja com centenas de produtos, um blogue novo ou páginas que quase nenhuma outra página referencia, o sitemap é um atalho: diz ao Google que esses endereços existem e quando foram alterados.
O que o sitemap não faz: não obriga o Google a indexar nada. Não existe forma de forçar a indexação. O Google decide com base na qualidade da página, em duplicados e no rastreio do site. O sitemap é um sinal, não uma ordem.
Que regras tem um sitemap?
O Google documenta limites claros para cada ficheiro:
- Máximo de 50 000 URLs por sitemap.
- Máximo de 50 MB por ficheiro, sem compressão.
- Só devem constar endereços que devolvem a página normalmente e que queres ver nos resultados.
- Acima destes limites, divide-se em vários ficheiros e junta-se um índice de sitemaps.
Para a maioria das PMEs portuguesas, estes limites nunca são um problema. O problema costuma ser outro: o sitemap lista páginas que não deviam lá estar.
Como fazer o sitemap em Portugal conforme o teu CMS
A maior parte dos sites de PMEs em Portugal corre em WordPress, PrestaShop ou Shopify, e todos geram sitemaps de uma ou outra forma.
O WordPress cria o sitemap sozinho?
O WordPress gera um sitemap básico por defeito, normalmente em /wp-sitemap.xml. Muitos plugins de SEO criam o seu próprio, e aí convém ter só um ativo, para não haver dois ficheiros a dizer coisas diferentes.
E numa loja PrestaShop ou Shopify?
A Shopify gera o ficheiro automaticamente em /sitemap.xml. No PrestaShop costuma ser preciso um módulo ou configuração própria. Em lojas com muitas variantes de produto, vale a pena rever que endereços entram. Se tens e-commerce, o guia SEO para lojas online ajuda a decidir o que priorizar.
Quais são os erros mais comuns num sitemap?
São quase sempre os mesmos, e todos se veem no Search Console:
- URLs que dão erro 404 ou foram apagadas. Percebe melhor o problema em erro 404: o que significa e como corrigir.
- Endereços com redirecionamento ou com versão http antiga em vez de https.
- Páginas marcadas como noindex dentro do sitemap, o que é contraditório.
- Sitemap esquecido depois de uma migração de domínio, por exemplo de .com para .pt.
- Sitemap nunca submetido no Search Console.
Como submeter o sitemap ao Google?
O caminho é o Google Search Console:
- Confirma a propriedade do site (domínio ou prefixo do endereço).
- Abre a secção Sitemaps.
- Escreve o endereço do ficheiro, por exemplo sitemap.xml, e submete.
- Vê o estado: "Sucesso" quer dizer que o ficheiro foi lido, não que as páginas foram indexadas.
Podes ainda indicar o sitemap no robots.txt, com uma linha Sitemap seguida do endereço completo.
O que a Rankly verifica no teu sitemap
A Rankly é uma plataforma portuguesa, feita pela TechsOn em Alcanede, que automatiza SEO e marketing de conteúdo. No que toca a sitemaps, faz duas coisas concretas: verifica os sitemaps do teu site e confere a indexação no Search Console, página a página.
Para páginas novas, o estado de indexação é verificado todos os dias a partir do 3.º dia, com um botão para pedir indexação. É um pedido, não uma garantia: a decisão final é sempre do Google. Se a Rankly publicar artigos no teu site, por WordPress, PrestaShop, Shopify ou ligação própria, vês no mesmo sítio se cada página entrou ou não. Quem não tem CMS pode alojar o conteúdo em joinrankly.com.
Sitemap à mão, plugin ou automatizado: qual escolher?
| Opção | Onde encaixa | Limite |
|---|---|---|
| Ficheiro feito à mão | Sites muito pequenos e estáticos | Fica desatualizado a cada página nova |
| Plugin ou módulo do CMS | Gera e atualiza o ficheiro | Não te diz se o Google indexou cada página |
| Rankly | Verifica sitemaps e indexação por página | Não força a indexação |
O sitemap em si pode vir do teu CMS. O que costuma faltar é a verificação do que acontece a seguir. Para ver o conjunto, lê SEO técnico: o que verificar no teu site.
Quanto custa e como experimentar?
Os planos da Rankly começam nos 39 EUR por mês (Essencial), sem IVA. Seguem-se o Negócio a 89 EUR, o Crescimento a 179 EUR e o Agência a 349 EUR. Pagando ao ano, tens dois meses de desconto.
Podes experimentar 3 dias grátis, sem cartão, com as funcionalidades do plano Negócio. Cria a conta em joinrankly.com/register, liga o teu site e vê o que o Search Console diz sobre cada página.
Perguntas Frequentes
Preciso mesmo de um sitemap no meu site?
Não é obrigatório, e um site pequeno com boa ligação entre páginas pode ser descoberto sem ele. Mas ajuda em sites novos, lojas com muitos produtos e páginas com poucos links internos. Custa pouco ter um e é útil para acompanhar a indexação no Search Console.
Submeter o sitemap garante que o Google indexa as páginas?
Não. O sitemap só informa o Google de que os endereços existem. O Google decide se indexa, e não há forma de o forçar. Se uma página não entra, o motivo costuma estar na qualidade, em duplicados ou em bloqueios técnicos.
Quantos URLs pode ter um sitemap?
Segundo a documentação do Google, cada ficheiro pode ter até 50 000 URLs e 50 MB sem compressão. Se ultrapassares, divide em vários sitemaps e agrupa-os num índice de sitemaps.
Com que frequência devo rever o sitemap?
Sempre que fazes uma migração, mudas a estrutura de endereços ou publicas em volume. Fora isso, uma revisão mensal no Search Console costuma bastar. A Rankly verifica os sitemaps e a indexação por ti, para não dependeres de te lembrares.
Experimenta a Rankly
Se queres saber que páginas do teu site o Google já indexou e quais ficaram de fora, experimenta a Rankly durante 3 dias grátis, sem cartão, em joinrankly.com/register.