O Google Meu Negócio em Portugal já não se chama assim: o serviço passou a chamar-se Perfil da Empresa no Google (Google Business Profile) e é gratuito. É ele que faz o teu negócio aparecer no Google Maps e na caixa de resultados locais. Mas o perfil só te leva até certo ponto: o site por trás dele também conta, e é aí que a Rankly trabalha.
O que mudou no Google Meu Negócio em Portugal
Quem ainda procura "Google Meu Negócio" encontra o mesmo produto com outro nome. Continuas a reclamar a tua ficha, a confirmar que és o responsável e a preencher os dados que aparecem quando alguém pesquisa, por exemplo, "dentista em Braga" ou "restaurante perto de mim" em Lisboa ou no Porto.
A Rankly não gere o teu perfil nem publica nele. O que faz é tratar do lado do site, que é onde muitos negócios locais ficam atrás da concorrência. Dizemos isto logo para não prometermos o que o produto não faz.
Como configurar o perfil passo a passo
O Google decide a ordem dos resultados locais sobretudo por relevância, distância e notoriedade. Não consegues mexer na distância, mas consegues preencher bem o resto:
- Nome, morada e telefone iguais aos que usas no site e na fatura.
- Categoria principal escolhida com cuidado, porque é o sinal de relevância mais direto.
- Horário completo, incluindo feriados nacionais e municipais da tua localidade.
- Fotografias reais do espaço, da equipa e do trabalho feito.
- Resposta a todas as avaliações, as boas e as más.
- Ligação para uma página do site que explique o serviço, não apenas para a página inicial.
Se trabalhas em Portugal inteiro, mas só tens um espaço físico, o perfil mostra a morada dessa loja. Se te deslocas ao cliente, podes definir áreas de serviço em vez de mostrar morada.
Porque é que o site continua a importar?
O perfil mostra quem és. O site prova o que dizes. Quando alguém clica na ligação do perfil, chega a uma página que tem de carregar depressa no telemóvel, explicar o serviço e dizer onde atendes. Se essa página for fraca, o perfil gera cliques, mas não contactos.
Por isso, a Rankly mede o site com o Lighthouse a sério (desempenho, acessibilidade, boas práticas, SEO e leitura por agentes), em telemóvel e em computador, e indica o elemento exato a corrigir. Para o lado local, vale a pena ler também o nosso guia de SEO local.
O que a Rankly trata no site de um negócio local
Um negócio de Alcanede, de Faro ou de Viseu não pesquisa como uma multinacional. As pesquisas são concretas, com cidade e serviço. A Rankly ajuda-te a descobrir essas expressões e a publicar páginas para elas:
- Keywords com volumes reais: os volumes de pesquisa vêm da API do Google Ads, não são estimativas.
- Artigos e páginas SEO: geração e publicação no teu site por WordPress, PrestaShop, Shopify ou ligação própria. Sem CMS, a Rankly aloja o conteúdo em joinrankly.com.
- Redes sociais: conteúdo para as mesmas mensagens que usas no site.
- Search Console: verificação dos sitemaps e da indexação página a página.
Sobre indexação, uma nota honesta: não existe forma de forçar o Google a indexar uma página. O que se pode fazer é garantir que o sitemap está correto, que a página é acessível e que o Search Console não a está a recusar por um motivo identificável. É esse diagnóstico que a Rankly faz.
Se tens uma pequena empresa e estás a começar, o guia de SEO para pequenas empresas explica as bases por ordem prática.
Alternativas realistas para gerir a presença local
| Opção | Onde faz sentido | Limite |
|---|---|---|
| Só o perfil, sem site otimizado | Negócios que vivem de passagem e de Maps | Depende de uma única ficha e não capta pesquisas fora do mapa |
| Folha de Excel e publicação manual | Quem tem poucas páginas e muito tempo | Cresce mal: keywords, auditorias e indexação ficam por acompanhar |
| Agência de SEO | Quem quer delegar tudo e tem orçamento para isso | Custo mais elevado e menos visibilidade sobre o que é feito |
| Rankly | PMEs e pequenas agências que querem controlar o site e o conteúdo | Não gere o Perfil da Empresa no Google |
Se estás a comparar caminhos, o artigo sobre agência SEO ajuda a perceber quando compensa cada um.
Quanto custa a Rankly e como experimentar
Os preços são sem IVA e mensais:
- Essencial: 39 EUR
- Negócio: 89 EUR
- Crescimento: 179 EUR
- Agência: 349 EUR
Pagando ao ano, tens dois meses de desconto. A experiência gratuita dura 3 dias, não pede cartão e inclui as funcionalidades do plano Negócio. A interface está em português, inglês, espanhol e francês, e a Rankly é feita em Portugal pela TechsOn, em Alcanede.
Não prometemos primeiras posições nem prazos de ranking, porque ninguém pode garantir isso. O que podes verificar durante os 3 dias é se as auditorias e os diagnósticos te mostram problemas reais do teu site.
Perguntas Frequentes
O Google Meu Negócio ainda existe em Portugal?
O nome já não é usado: o serviço chama-se Perfil da Empresa no Google. A função é a mesma, gerir a ficha do teu negócio no Google Maps e na pesquisa. Continua a ser gratuito.
A Rankly gere o meu Perfil da Empresa no Google?
Não. A Rankly trata do site: keywords com volumes do Google Ads, geração e publicação de páginas e artigos, auditorias Lighthouse, redes sociais e diagnóstico no Search Console. O perfil continua a ser gerido por ti, na tua conta Google.
Quanto custa a Rankly para um negócio local?
O plano Essencial custa 39 EUR por mês, sem IVA. Os outros planos são Negócio (89 EUR), Crescimento (179 EUR) e Agência (349 EUR). Pagando ao ano, tens dois meses de desconto.
Posso experimentar a Rankly sem pagar?
Sim. A experiência gratuita dura 3 dias, não pede cartão e inclui as funcionalidades do plano Negócio. Podes começar em joinrankly.com/register.
Experimenta a Rankly durante 3 dias
Com o perfil preenchido, falta um site que o sustente. Cria a tua conta na Rankly, sem cartão, e vê o que as auditorias e o Search Console dizem sobre as tuas páginas.